ATENÇÃO!
Não será permitido o acesso de espectadores à Sala de Espetáculos após o início da apresentação.
Somente será permitido o ingresso de espectadores trajando roupas adequadas, no padrão passeio ou esporte fino, sendo terminantemente vedada a entrada de pessoas com vestimentas consideradas inadequadas, tais como: top (cropped), shorts, minissaias e vestidos acima da altura do joelho, bem como o uso de chinelos, exceto para crianças de até 10 anos
Ingressos para Víkingur Ólafsson, no Theatro Municipal do Rio de Janeiro
🎫 Plateia/Balcão (escolha durante a compra)
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Meia-entrada
Clube O Globo
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*Ingressos Limitados
O que você vai curtir
🎻 O Theatro Municipal do Rio de Janeiro traz mais um espetáculo inesquecível!
🎼 Uma fantástica apresentação que promete envolver o público do início ao fim
🏛 Desfrute de ambiente espetacular em um dos mais tradicionais espaços culturais do Rio de Janeiro
Informação
📅 Data e hora: seg. 19 de out. de 2026 - 19:00
⏳ Duração: a confirmar
📍 Local: Theatro Municipal do Rio de Janeiro
👤 Idade: 10 anos
♿ Acessibilidade: local acessível para cadeirantes
❓ Você pode consultar as perguntas frequentes (FAQs) deste evento aqui
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Descrição
Ele foi chamado de "o novo superstar do piano" pelo jornal britânico "Daily Telegraph" e de "Glenn Gould da Islândia" pelo americano "The New York Times", após uma performance de Bach que deixou "o Carnegie Hall hipnotizado". Um disco dedicado a esse compositor lhe valeu um Grammy e o prêmio de "Álbum do Ano" da "BBC Music Magazine", em 2025. Seis anos antes, ele havia sido eleito "Artista do ano" pela "Gramophone", publicação de referência da música clássica. Esses são apenas alguns dos predicados de Víkingur Ólafsson, de 42 anos, mas bastam para dimensionar a expectativa em torno de seu recital no Rio de Janeiro. O programa é, como ele mesmo explica, o que sonharia ver como espectador: as sonatas op. 90 e op. 109 de Beethoven, um prelúdio e a partita nº 6, de Bach, e a a sonata D. 566, de Schubert, uma pequena obra-prima pouco tocada ao vivo. É um dos raros programas em que não há obras "menores". Ólafsson enfileirou monumentos musicais num recital sem intervalo, oferecendo uma experiência intensa ao seu público.
PROGRAMA:
Opus 109 – Víkingur Ólafsson
J. S. Bach – Prelúdio em Mi maior, BWV 854 (1722) (sem fuga)
L. v. Beethoven – Sonata em Mi menor, Op. 90 (1814)
J. S. Bach – Partita nº 6 em Mi menor, BWV 830 (1726)
F. Schubert – Sonata em Mi menor, D. 566 (1817): Moderato; Allegretto
L. v. Beethoven – Sonata em Mi maior, Op. 109 (1820)
Duração: 80 minutos, sem intervalo
Não haverá aplausos entre as obras.
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