Orquestra Barroca da UNIRIO



Orquestra Barroca da UNIRIO

NÃO SERÁ PERMITIDA A ENTRADA NA SALA APÓS O INÍCIO DO ESPETÁCULO.
ALERTAMOS QUE, EM DIAS DE ESPETÁCULOS, NÃO SERÁ PERMITIDA A ENTRADA DE BERMUDA E/OU CHINELOS. 

Ingressos para Orquestra Barroca da UNIRIO, na Sala Mário Tavares do Theatro Municipal do Rio de Janeiro
O que você vai curtir
  • 🎻 A Sala Mário Tavares do Theatro Municipal do Rio de Janeiro traz mais um espetáculo inesquecível!
  • 🎼 Uma fantástica apresentação que promete envolver o público do início ao fim
Informação
📅 Segunda-Feira 22 de Junho de 2026, às 19h - Abertura das Portas: às 18h30
⏳ Duração: 1h
📍 Local: Sala Mário Tavares – prédio anexo ao Theatro Municipal (Avenida Almirante Barroso, 14-16 – Centro, Rio de Janeiro)
👤 Idade: Livre
♿ Acessibilidade: local NÃO acessível para cadeirantes
❓ Você pode consultar as perguntas frequentes (FAQs) deste evento aqui
👉 Consulte todos os detalhes sobre a meia-entrada aqui

Retirada gratuita somente online

Descrição
A orquestra que hoje se apresenta é mais do que um grupo musical: é um verdadeiro celeiro de músicos. Aqui, pessoas de diversas idades, trajetórias e experiências se encontram unidas pela música. Nossa formação reúne jovens estudantes, músicos amadores dedicados e profissionais experientes, em um ambiente de aprendizado mútuo, troca generosa e construção coletiva.
 
A diversidade do grupo — social, geracional e artística — é também refletida no programa desta noite. Dedicado ao período Barroco, ele oferece uma ampla amostragem de estilos, formas e nacionalidades que marcaram o século XVIII, um dos momentos mais ricos da história da música ocidental. 

Este concerto é, portanto, uma viagem musical pela Europa do século XVIII — e também uma celebração do poder transformador da música como espaço de encontro, formação e expressão.
 
Um dos concertos mais célebres do repertório barroco, o Concerto para dois violinos BWV 1043 evidencia o extraordinário domínio de Johann Sebastian Bach sobre o diálogo entre solistas e conjunto. Os dois violinos não competem, mas se entrelaçam em permanente conversa, ora imitativa, ora complementar. Acredita-se que a primeira performance desta obra tenha ocorrido em torno de 1730 no Café Zimmermann, uma cafeteria e conhecido ponto de encontro cultural na época. 
 
No Concerto RV 100, Antonio Vivaldi explora com engenho a variedade de timbres ao reunir três solistas de naturezas distintas. O contraste entre o brilho do violino, a suavidade da flauta doce e a sonoridade grave do fagote ou violoncelo cria uma paleta rica de cores e dinâmicas. O movimento lento oferece um momento de suspensão e lirismo, enquanto os movimentos rápidos evidenciam o estilo característico de Vivaldi, com ritmos vivos e estruturas claras. 
 
Menos conhecido nos dias atuais, Karl Kohaut foi um importante compositor da corte vienense. Seu concerto destaca um instrumento que raramente ocupa a posição solista nos períodos barroco e clássico: o contrabaixo. A obra explora tanto a agilidade quanto a expressividade do instrumento, alternando passagens virtuosísticas com momentos cantáveis.
 
Publicado em 1629, o segundo livro das Sonatas Concertantes em Estílo Moderno de Dario Castello reúne obras para instrumento solo e para grupos de câmara de diversas formações. Sua décima quinta sonata é um ótimo exemplo do estílo barroco vienense do início do século XVII. A obra adota a estrutura seccional dinâmica, no qual uma peça de movimento único pode ser dívidida em várias sessões de diferentes andamentos.
 
A Sonate en Quartour, de Louis Antonie Dornel, agrega a elegância da dança francêsa com o rigor contrapontístico italiano. Apesar da ambíguidade em relação a formação instrumental — que permite que as vozes superiores sejam tocadas com flautas, flautas doces, flautas de bisel ou violinos acompanhados pelo baixo contínuo — a obra equilibra as três vozes superiores formidavelmente.
 
Prolífico e inventivo, Georg Philipp Telemann foi mestre em combinar influências nacionais diversas. Neste concerto, a formação pouco usual favorece um jogo de cores e texturas entre as flautas e o violino. O primeiro movimento já sugere um clima expressivo e introspectivo, contrastando com a vivacidade dos movimentos rápidos. A obra exemplifica o estilo galante emergente, com frases mais leves e diretas, sem abandonar a riqueza de invenção característica do compositor.  

Como chegar?

Sala Mário Tavares

Avenida Almirante Barroso, 14 - Centro, Rio de Janeiro, 20031-008

Tem alguma dúvida?

Contate-nos aqui

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